Poderosa oração! A oração que Jesus ensinou para todos fazer (Mateus 6)

Antes de iniciar o seu ministério, Jesus fez 40 dias de silêncio, jejum, e meditação no deserto, logo após, saiu a apregoar. Seus sermões eram poderosos para transformar vidas, em um de seus ensinamentos fala sobre a oração.

O alimento da vida cristã, o diálogo com o Pai, certamente se observarmos com cuidado esse tema tão esquecido hoje em dia, conseguiremos viver o extraordinário do Soberano Criador em nossas vidas! Assunto esse que vamos decorrer sobre o tópico, você irá aprender lições importantes como:

  • Os argumentos sem fundamentos do mundo para destruir a comunhão do cristão
  • A recompensa que vem do alto para aqueles que perseveram
  • Como viver para Deus
  • O que é oração
  • Oração de poder
  • A importância da Oração para nossas vidas
  • Como sujeitar-se a vontade de Deus
  • A Oração fortalece a vida do crente
  • Pai nosso, a oração que Jesus no ensinou
  • Jesus nosso maior modelo de oração

Toda a análise do texto é feita com um estudo aprofundado, utilizando as 5 regras altamente eficaz para qualquer estudo bíblico, eu recomendo caso você também queira entender a Bíblia, basta clicar na imagem abaixo:

 

Resumo fundo histórico

A mensagem que o Redentor logo no início de sua jornada aqui na Terra dirigiu ao povo foi chamado sermão da montanha, proferido nas colinas de Karum Hattin, ao sudeste do lago de Genesaré.

“E Jesus, vendo a multidão, subiu no monte e assentando-se aproximaram–se dele seus discípulos e abrindo a sua boca os ensinava”. (Mateus 5:1-2).

Grandes multidões seguiram o Altíssimo. Ele era o principal assunto da cidade, todos queriam vê-lo.

Seu ministério tinha acabado de começar, porém as enfermidades e moléstias do povo já eram curadas (Mateus 4.23).

A mensagem de arrependimento (existe um estudo completamento aprofundado sobre arrependimento falando se é necessário ou não para ter a salvação, clique aqui) (Mateus 4.17) surtia efeito no meio do povo de tal forma que “..sua fama correu por toda a Síria; e traziam-lhe todos os que padeciam acometidos de várias enfermidades e tormentos, os endemoninhados, os lunáticos e os paralíticos, e ele os curava.” (Mateus 4.24).

É diante desse cenário que o Santo nos capítulos 5 a 7 de Mateus, como já disse acima pronuncia o chamado sermão do monte. Provavelmente foi proferido em vários dias de pregação.

Nele Jesus Cristo revelou o seu pensamento em relação a lei.

Demonstrou que posição social, autoridade, e dinheiro não são importantes no seu reino, o que importa é a fiel obediência a Deus. E Isso que será levado em conta naquele grande dia.

O ensino do monte desafiou os líderes religiosos daquela época, orgulhosos e legalistas. Este sermão chamou-os de volta as mensagens dos profetas do antigo testamento, que como o Filho do Homem, ensinaram sobre a obediência (outro grande exemplo de obediência, foi em Caná da Galileia, quer saber mais?) sincera a Deus ao qual é mais importante do que a aplicação leviana da lei.

Mostrando o princípio da era da graça ao qual foi instaurada com o nascimento do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (João 1.17).

 

Os discípulos de Jesus (Mateus 4.24-25; 5.1-2)

O Eterno na ocasião da prédica do monte já tinha chamado boa parte daqueles que seriam seus discípulos, e com toda a fama do Filho de Deus podemos imaginar que aqueles que acompanhavam de perto, podiam ser levados apenas pela oportunidade de estar convivendo com alguém que tinha “certo destaque” se comparado com os demais, e com isso, consequentemente, se esquecerem da sincera vida entregue a Deus.

Por isso, a pregação de Cristo no cume do monte não foi apenas para um certo grupo de pessoas, más sim todos tinham que aprender com ela.

Não importa a proximidade que temos do Pai, sempre devemos lembrar que temos algo para aprender, pois caso contrário, podemos nos perder olhando apenas para a posição e se esquecendo da devoção.

Tanto que, certa vez o Emanuel chamou seus discípulos falando sobre a obra que estavam comissionados a realizar, advertiu-os sobre tentações que enfrentariam como companheiros d’Ele.

Os discípulos, seguidores mais íntimos de Jesus (Jesus é como o conhecemos, porém, existe mais 100 outros nomes atribuídos a Jesus na Bíblia, descubra clicando aqui) certamente foram tentados a sentirem-se mais importantes, orgulhosos e possessivos.

Estar com o Verdadeiro Deus não apenas lhe garantia prestigio, mas também poderia constituir-se em uma oportunidade para receber dinheiro e poder. Uma pessoa que tentou se aproximar de Jesus por causa de status foi Simão o fariseu, relatado em Lucas 7.

Porém, disse-lhes o Verbo Vivo que não esperassem fama e fortuna, mas pranto, fome e perseguição e garantiu aos seus adeptos que seriam recompensados, mas talvez não nesta vida (Mateus 10, Lucas 10).

Pois o evangelho não se constitui em os demônios se sujeitarem apenas, e sim sobre o nome estar escrito no livro da vida (Lucas 10.20).

Pode haver ocasiões em que Jesus de Nazaré traga grande popularidade. Porém, aqueles que não viverem de acordo com as palavras do Bom Pastor neste sermão, poderão para sua própria desgraça, usar a mensagem de Deus somente para promover seus interesses pessoais.

Não devemos buscar tesouros aqui nessa terra e sim no céu como Ele mesmo vai ensinar:

“Não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam. Mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam, nem roubam”. (Mateus 6.19-20).

Quão grandes ensinamentos nos traz nesta maravilhosa ocasião, não deixe jamais de analisar cada ponto de sua fala, vejamos também:

 

As Beatitudes (Mateus 5.3-12)

Logo no início, vem as beatitudes, onde o mestre proclama felizes aqueles que o mundo considera infelizes: os pobres, os puros, os mansos, os sofredores e perseguidos.

“E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo: Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados; Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra; Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos; Bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia; Bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus; Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus; Bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus; Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo o mal contra vós por minha causa. Exultai e alegrai-vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós”. (Mateus 5:2-12).

Jesus começou o seu “conferência” com palavras que parecem contradizer-se. Mas o modo de vida de Deus normalmente contradiz o do mundo.

Essa parte do sermão é tão essencial que queria levar as pessoas a se aprofundar em cada fala de Jesus, não hesitei, e logo fiz um estudo falando sobre todas as bem-aventuranças ditas por Jesus, se você quiser saber mais, com certeza vai ser muito edificado.

Se você que está lendo esta mensagem deseja viver para Jeová, deve estar pronto para dizer e fazer o que parece estranho para o mundo, deve estar disposto a dar enquanto os outros roubam, amar quando os outros odeiam, ajudar quando os outros abusam.

Tem que estar prestes a abrir mão dos seus direitos e benefícios a fim de servir os outros, e um dia receberá tudo o que Deus tem reservado para você e para sua casa.

E após a Videira Verdadeira (essa passagem da Videira é tão linda que ensina 3 verdades para aplicarmos nas nossas vidas) apregoar as beatitudes, o mestre entrou em um assunto importante para todas as gerações, a oração.

 

Oração do Pai nosso (Mateus 6.5-13)

Antes de tudo, o que é a oração?

A melhor definição encontra-se é obvio na Bíblia. Nenhum conceito teológico expressa com a mesma clareza e simplicidade o que ela significa.

A oração é segundo as Sagradas Letras uma via de mão dupla através da qual o crente com seu clamor, chega a presença de Deus e este vem eu encontro, com as respostas.

Vejamos o que o profeta nos diz:

“Clama a mim, e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes, que não sabes”. (Jeremias 33.3).

Orar não pode ser opcional na sua vida, pois é por meio da oração que você entra em comunhão com Deus e abre o caminho para realizar todos os planos que tem para nós.

Deus tem um propósito a realizar, mas Ele precisa que o homem esteja disposto a orar, para que estabeleça a sua vontade aqui na terra. Pois muito escolhem o caminho largo e a porta larga, porém, conduz a perdição, nós entretanto, escolhemos o caminho estreito da oração que conduz a vida.

 

Oração prepara um caminho:

Esta é função da oração, preparar um caminho para que Deus realize a sua vontade.

Assim como uma locomotiva necessita dos trilhos para andar, Deus necessita da oração do homem para levar a diante seu propósito, sendo assim o homem deve fazer com que sua determinação seja unida com as decisões de Deus para que estabeleça seus desígnios.

“E esta é a confiança que temos nele: que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos”. (1 João 5.14-15).

A oração é o estabelecimento de um diálogo do homem com Deus, sendo que devemos estar atentos as respostas dele, que vem através Espírito ou através de circunstâncias exteriores.

E através da oração que nós colocamos nossas ansiedades nas mãos de Deus, crendo que ele é poderoso para dar paz interior e dar-nos estratégias par resolver nossos problemas da melhor maneira possível para crescimento espiritual.

Quando somos iluminados por Deus na consciência sobre nossos pecados devemos imediatamente pedir perdão a Deus através da oração, pedindo para sermos lavados pelo sangue do cordeiro, crendo que os pecados serão perdoados. Arrependimento é um caminho para a salvação! Você sabia disso?

Devemos sempre orar para sermos guardados das tentativas de satanás de nos levar ao pecado.

Podemos dizer que a oração é o termômetro espiritual, quando não conseguimos orar, indica que não estamos bem espiritualmente.

Devemos aprender a observar o falar divino em nosso espírito enquanto estamos orando, pois Deus se comunica através da nossa intuição, que é uma das partes do nosso espírito, mas cabe a nós utilizando nosso conhecimento bíblico discernirmos se é ou não de Deus este falar, pois o inimigo pode também tentar nos enganar, lançando pensamentos em nossa mente que sutilmente nos induziram ao pecado.

“E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lhe pedirdes”. (Mateus 6:5-8). 

 

A Oração que Jesus nos ensinou:

Mateus 6.9-13, este é um dos trechos da bíblia mais importantes sobre a oração. A Rocha já sabendo de toda necessidade humana, nos deixou uma oração modelo, portanto devemos nos focar na oração que Jesus nos ensinou, que é a oração de quem crê, sincera e completa em seu objetivo, traz em si estes aspectos:

Reconhecimento da soberania divina. (Pai nosso que estás nos céus)

Reconhecimento da santidade divina. (Santificado seja o teu nome)

Reconhecimento da vinda do reino no presente e sua implantação no futuro. (Venha o teu Reino)

Submissão sincera a vontade divina. (Faça se a tua vontade, assim na terra como no céu)

Reconhecimento que Deus supre as nossas necessidades pessoais. (O pão nosso de cada dia)

Disposição de perdoar para receber perdão. (E perdoa-nos as nossas dividas, assim como nós perdoamos os nossos devedores)

Proteção contra a tentação e as ações malignas.(E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal)

Desprendimento para adorar a Deus em sua glória. (Pois teu é o reino o poder, a glória para sempre, Amém)

 

Portanto devemos afirmar que:

O maior exemplo de oração, no entanto foi o próprio Mestre.

Sendo Deus, cujos atributos divinos lhes asseguravam o direito de agir sobrenaturalmente, podia dispensar a oração como prática regular de sua vida.

No entanto ao humanizar-se, se esvaziou das prerrogativas da divindade e assumiu em plenitude a natureza humana. Deixando o modelo a ser seguido.

“De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, Que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, Mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz”. (Filipenses 2:5-8).

 

A oração que Deus escuta:

Portanto o principal requisito para as nossas orações serem ouvidas pelo Pai é a nossa fé. Porque sem ela é impossível agradar-lhe (Hebreus 11.6).

“Por isso, vos digo que tudo o que pedirdes, orando, crendo que o recebereis e tê-lo-eis.” (Marcos 11.24). 

“E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê”. (Marcos 9.23).

“E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará; e, se houver cometido pecados, ser-lhe-ão perdoados.” (Tiago 5.15).

 

Conclusão

Orar é o mais profundo do momento de crente, pois na oração expressamos do mais íntimo do nosso ser, falamos de tudo que sofremos, preocupamos precisamos, etc.

Oração é comunhão, é chegar perto de Deus, é a saída nas horas de piores crises, é o grito dos sentimentos onde só Deus pode ouvir.

Orar é deixar na vontade do Senhor, do seu jeito, é dependência, é esperar n’Ele o recurso e a solução.

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Notas:

NVI – Nova versão internacional.

Almeida revista e corrigida.

O sermão da montanha: Humberto Rodem.

Capacitação Teológica: José Roberto O. Chagas.

4 Comentários

  1. pedro silva disse:

    Interessante, o estudo só confirma que a oração é um dos três pilares, além do estudo da palavra e o jejum, jesus falou em sua palavra que só através dos quais recebemos a unção da videira verdadeira.

    • Salatiel Leandro disse:

      Bom dia Pedro Silva!
      É exatamente isso, a oração como disse no estudo, é a principal conexão nossa com o Pai. Nunca pode faltar em nossa vidas, pois é a chave, o segredo para nossa vitória.
      Fique com Deus!

  2. Nilceia Silva disse:

    Estudo , que elucida e muito certos aspectos da ORAÇÃO, e DEVOÇÃO.
    Pois atualmente os evangélicos o fazem por pratica e não por devoção, no real sentido da PALAVRA DE DEUS.
    Sem falar no figurado que quando oramos : sentimos fortes, com Fé inabalável,pois temos conexão direta com o PAI ,FILHO ,ESPIRITO SANTO.Se estamos em >>PAZ <<com todos temos real certeza que a ORAÇÃO chega ao trono do ALTÍSSIMO, ultrapassando as

    "nuvens invisíveis demoníacas " pois com sinceridade prostramos diante de DEUS .

    Que DEUS TE ABENÇOE , irmão SALATIEL LEANDRO, leitura fácil e dinâmica compreensão.

    Esperando o próximo estudo.

  3. Salatiel Leandro disse:

    Amém!

    Estamos trabalhando para propagar a palavra de Deus cada vez mais.

    Fique na paz do nosso bom Deus!

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