[ GUIA DEFINITIVO ] A unidade na Igreja – O poder da Unidade!

A unidade que Cristo roga para que venhamos ter em nossas vidas é indispensável, Jesus na “oração pelos seus discípulos” ou “oração sacerdotal”, como seja, ela roga para que “todos sejam um”, como o Pai é nEle, e Ele no Pai, Cristo sabia o efeito que uma união traz, resultados como: avivamento, comunhão, milagres, perfeição, amor ao próximo e entre outros, são facilmente notados quando deixamos de só observar essa vontade divina e passamos a prática-la dia após dia.

Neste estudo quero trazer verdades pelo qual Ele conhecia bem ao orar por unidade, vamos aprender que um corpo que verdadeiramente está edificado sobre Cristo consegue fazer coisas mediante o seu Santo Espírito aonde realmente são necessárias.

Veremos por exemplo como a unidade teve efeito na igreja primitiva. Essa unidade foi tão poderosa, que em Atos 3 enquanto subiam ao tempo, o coxo da porta formosa foi curado de uma forma sobrenatural.

Inicialmente Jesus começa orando apenas por aqueles que eram seus apóstolos (discípulos), judeus, más vamos observar que ele abrange sua oração chegando a orar por todas as nações e povos, inclusive eu e você ao qual creio que somos lavados e remidos pelo seu sangue, vejamos a oração de Cristo por todas a humanidade e como é tão linda e eficiente:

E não rogo somente por estes, mas também por aqueles que pela tua palavra hão de crer em mim; Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste. E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim, e que os tens amado a eles como me tens amado a mim. Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque tu me amaste antes da fundação do mundo. Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim. E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja.(João 17.20-26)

 

Fundo histórico

Jesus nesse momento está a fazer uma das suas orações, dessa feita relatada por João, acredito eu, sem omitir nenhum detalhe dessas tão sublimes palavras que Ele está a pronunciar.

Jesus começa orando por seus discípulos que estavam na sua frente (ou algum lugar próximo), visto que nesta feita estava apenas 11 de seus discípulos pois Judas a quem iria trai-lo já havia saído para o entregar, enquanto clamava estava pedindo que Deus os guardasse, não tirando eles do mundo más sim o mundo deles e livrando de todo o mal (João  17.15).

Realmente diante do Pai fazendo uma função de advogado aonde roga por aqueles que desejava que não houvesse fracasso nenhum entre eles, é comum vermos Jesus nos defendendo diante do Pai, o apóstolo João diz em uma de suas epístolas:

“Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo.” (1 João 2.1).

Existe outros momento que Jesus também está cuidando de nós, como por exemplo na passagem da Videira Verdadeira, também escrita por João. Dizendo que estamos ligados nele e por isso produzimos muito fruto!

Existe pelo menos três motivos ao qual o levou a orar por eles descritos pelo comentário bíblico BEACON (informações nas notas de final da página). Vejamos:

 

1. Guardá-los. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste (11). A tradução da KJV baseia-se em um texto sem grandes documentações, e a versão RSV deve ser preferida. Comentando sobre o significado, Bernard diz: “Em Cristo, Deus foi revelado com o amor e proteção providenciais; o seu ‘Nome’, a sua natureza essencial como Pai, foi exibido no Filho Encarnado.

Assim, ‘o Nome’ do Pai foi ‘dado’ a Cristo e esta é outra forma de expressar a unidade essencial entre o Pai e o Filho”. A súplica é feita ao nosso Pai santo, e é pelo seu nome que os discípulos serão guardados (protegidos).

Hoskyns afirma com grande clareza: “A santidade de Deus assinala a sua separação da descrença e da maldade do mundo, que está sob o poder do Diabo (1 Jo 5.19). É precisamente esta santidade (fizemos um estudo completo sobre santidade, vale conferir) que marca os verdadeiros discípulos de Jesus, que estão no mundo, mas que não são do mundo, e que provê a base para a sua unidade”.

Há um momento de trágica reminiscência na oração. E sobre Judas. Todos os discípulos foram guardados, e nenhum deles se perdeu, senão o filho da perdição. As palavras gregas para perdeu e perdição são cognatas e referem-se a “perecer de forma final”.

Em Marcos 14.4, a mesma palavra é usada para “desperdício”. “Possivelmente, este incidente estava sendo recordado quando Judas foi chamado de ‘filho da perdição’, o homem que realmente desperdiçou o que era precioso”.

Assim, não é de admirar que Jesus tenha orado: Que os livres do mal (“do maligno”, 15; cf. Mt 6.13). Para estarem protegidos do “maligno”, eles não devem ser tirados do mundo, apesar de que o mundo os odiou . Para que a Escritura se cumprisse provavelmente é uma referência a Salmos 41.9-10.

 

2. Que tenham a minha alegria completa em si mesmos (13; cf. 15.11; 16.20- 22,24). A obra de Jesus pelos homens está terminada. Esta é a sua alegria; e agora o que falta é somente que esta obra tenha resultado sobre os discípulos — que sejam guardados, protegidos (11,15), santificados (17-18) e unidos pelo laço do amor (22,26).

 

3. Santifica-os na verdade (17). O verbo grego hagiazo, aqui um imperativo aoristo, significa “consagrar, dedicar, santificar, tratar como sagrado, reverenciar, purificar”. O seu adjetivo cognato é hagios, que significa “santo”.

A forma substantiva plural hoi hagioi é “os santos”. O fato de que o verbo seja um imperativo aoristo indica claramente que a santificação dos discípulos seria uma experiência de crise. “Não é possível que signifique um processo incompleto, mas um ato definitivo de santificação”.

Qual é a natureza da santificação que Jesus pede ao Pai para os discípulos?

 

(a) É claro que isto só poderia se dar pelo poder de Deus. O próprio fato de que o pedido foi feito ao Pai, e não foi uma ordem para os discípulos, evidencia isto. O homem não pode santificar-se a si mesmo. Ele não é capaz, nem adequado.

 

(b) Ela acontece na verdade (17,19). Assim, uma pessoa é “verdadeiramente santificada”.

Westcott destaca: “A verdade pela qual eles são odiados e pela qual eles são fortalecidos (v. 14) é o poder pelo qual são transformados”.

Bernard diz: “A verdade deveria ser o meio da sua consagração como… o ‘Espírito da Verdade’ deveria ser o Agente (cf. 16.13). Isto também se torna efetivo por meio da autoconsagração de Jesus. Ninguém mais poderia ter dito E por eles me santifico a mim mesmo (19).

Ele se dedicou, consagrou-se à morte, um Sacrifício voluntário (10.18), para tornar possível a purificação, a consagração e a santificação dos crentes (cf. Hb 13.12). Strachan comenta: “Jesus é ao mesmo tempo o sacerdote e a vítima. Portanto, o seu sacrifício é um sacrifício voluntário. Ao ‘santificar’ a si mesmo, Jesus consagra a si mesmo a Deus, para morrer”.

 

(c) E a preparação para a saída dos crentes ao mundo. Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo (18). A ordem de Jesus foi para que eles, em primeiro lugar, permanecessem (Lc 24.49) e depois saíssem e fossem testemunhas (At 1.8).

E também uma preparação para “viver” as implicações éticas da santidade cristã. Uma pessoa deve estar pura para servir (13.14). “Como a consagração Divina necessariamente precisa envolver a santidade moral pessoal, Ele ora para que eles não sejam contaminados pelo mundo, e para que possam ser preservados do poder do maligno”.

Algumas vezes, existe uma tendência de enfatizar a experiência interna da santificação para negligenciar ou excluir as suas necessárias implicações morais. Fazer isto é ser falso quanto ao ensino das palavras de Jesus: Para que também eles sejam santificados na verdade (19).

Segundo Bernard, o verbo “conota não tanto a seleção de um homem para uma obra importante quanto a sua capacitação e adequação para o cumprimento da sua tarefa.

 

Jesus ora por todos aqueles que ainda iriam crer no seu nome

Aparentemente, até o momento enquanto eu lia esse texto via o Verbo Vivo ali orando por aqueles que estavam diante dEle e de forma extraordinária me chamava a atenção cada palavra que Jesus ressuscitou nessa oração, más será que depois de tudo isso acaba a sua oração? ou se quer ora por apenas aqueles que consegue ver com seus olhos humanos ao seu redor?.

Não, ele não parou por aí, e muito menos se esqueceu dos outros, verdadeiramente de todos aqueles que ainda viriam após Ele diante da fé ele se lembrou. Na altura do versículo 20 ele se lembra de todos aqueles que iriam “lavar suas vestes no seu sangue” (Apocalipse 22.14).

“Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim.. ” (João 17.20).

Tão sublime foi essas palavras que Jesus disse, Ele abre o “leque” da humanidade diante dele, olha para você, e sussurrando diz: “Pai, por este também eu oro!”. Que coisa mais linda!.

Isso mais do que prova que muitos antes de nós existirmos ele nos amou, o mesmo João escreve em uma de suas epístolas (“Nós o amamos porque ele nos amou primeiro” 1 João 4.19). Se estamos aqui hoje foi porque um Sumo Sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque orou por cada um.

Ainda trabalhando nesse versículo 20 do capítulo 17, já descobrimos algumas verdades:

 

(1) Jesus roga por nós: a própria palavra rogar explica muito. Rogar: “pedir com insistência e humildade; suplicar, implorar, instar.”. Nesse momento Ele está pedindo com insistência diante de Deus, pedindo com fervor.

Da mesma maneira que rogou em sua oração, também o fez quando estava diante de Deus Pai pedindo para que enviasse o seu Santo Espírito. E se hoje claramente vemos que Jesus não negou sua palavras, muito pelo contrario o Espírito Santo é sentido por todos aqueles que tem comunhão com seu nome.

Podemos saber que se não falhou em pedir o Espírito, também não falhou em rogar nessa oração que fez. Você meu amado, está debaixo do que ele pede diante de Deus.

Agora imagine comigo, se porventura um Rei chegasse diante de você e falasse: “vou lutar por você”, é difícil até de conjecturar essa cena, más foi exatamente isso que ele fez por você!.

Não se preocupando se era rico ou pobre, ou qual classe social que seja, ou cultura. A única coisa que ele olhava nesse momento é para a alma de cada um que não quer nenhuma se perdendo más que antes venham ao pleno conhecimento da verdade (2 Pedro 3.9).

 

(2) Pela sua palavra, hão de crer em mim: através da palavra do Senhor que chegamos ao pleno conhecimento da verdade, se alguém te disse ou até mesmo você imagina que aceitou a Jesus, e não buscou mais conhecer sobre ele, existe uma grande possibilidade de que essa pessoa (você) ainda não conheça o Jesus que ela aceitou, por isso devemos dia após dia buscar o conhecimento daquele que se humilhou por cada um de nós (Filipenses 2.5-11).

A Bíblia é bem clara em dizer: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” (João 8.32).

 

O motivo da oração de Jesus por nós

Jesus tem um objetivo no que pede diante de Deus, ele tem um foco a ser alcançado, não é simplesmente uma oração sem propósito!. Ele clama por unidade no seu Corpo.

De acordo com o dicionário Machaelis, unidade é a qualidade do que é único, que tem coesão; concordância; identidade de propósito; ação combinada de diversos agentes com a mesma finalidade.

A Palavra de Deus nos fala a respeito da unidade que há entre o Pai, o Filho e o Espírito Santo. O nosso Senhor ensinou em sua oração que essa comunhão deve haver também entre aqueles que se tornaram seus filhos.

Quando Jesus faz essa oração, ele não poderia ser um hipócrita ele demonstra unidade que sempre teve durante toda a eternidade com as Majestades. Como um modelo a ser seguido é o nosso Mestre.

Existe alguns versículos que comprovam sua unidade com a Trindade. O Próprio termo trindade já resume bastante coisas: Tri unidade ou três-em-unidade. vejamos os versículos:

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” (Gênesis 1.26). O versículo diz que Deus falou: façamos. Ou seja, não estava sozinho enquanto criava, muito pelo contrário, Jesus Cristo e o Espírito Santo estava com ele.

“Então disse o Senhor Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente.” (Gênesis 3.22). Novamente Deus faz uma fala no plural, conotando a presença da trindade.

“Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.” (Gênesis 11.7).

“Depois disso, ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então, disse eu: eis-me aqui, envia-me a mim.” (Isaias 6.8)

Temos o maior exemplo nos pedindo algo, ao qual fez questão de sempre ter também. Unidade.

Existe uma imagem ao qual também se faz proveitosa para analisarmos um pouco sobre a unidade da Trindade:

Trindade

(Explicação: na imagem relacionada, mostra-nos que O Filho não é o Pai distinto do Espírito Santo, ou o Pai é o Espírito Santo distinto do Filho. Ressalva a unidade entre Eles comprovando que unidos são um só.)

 

Devemos entender o que Jesus esta nos ensinando

Quando conseguimos compreender um pouco sobre aquilo que quis nos ensinar sendo ele mesmo o melhor exemplo, podemos também aprender sobre como isso pode ser proveitoso no nosso meio cristão.

Imagine se por um momento pararmos de observar se uma denominação pode mais do que a outra, se são providos de condições financeira melhores e começar ao invés disso olhar para o que realmente importa, são todos filhos de Deus.

Imagine, se Jesus pensasse, já que vim a terra e venci sou melhor do que o Pai (sabemos que jamais ocorreria devido a divindade dEle), más mesmo assim analise comigo, poderia se achar o “melhor” da Trindade e querer sobressair sobre Deus e o Espírito Santo, más manteve sua postura do início ao fim sabendo que todos tiveram e tem seu papel fundamental na remissão da humanidade.

Meus irmãos, vamos olhar com “olhos espirituais” sabendo discernir a obra de Deus, e começar a unidos um ao outro ajudar e ao seu companheiro dizer esforça-te (Isaías 41.6).

É até difícil analisar a fundo como realmente estavam sempre unidos não sendo distintos um do outro. Certa vez enquanto assistia uma belíssima pregação, o orador foi muito feliz em dizer: “Sabe porque você se vê tão difícil de entender coisas divinas? é porque ninguém explica Deus”.

Essa frase me chamou a atenção durante os minutos subsequentes daquele sermão. Como posso explicar algo que nunca vi?, Como posso apresentar algo que nunca vi?, Como posso entender algo que não sei nem explicar?.

Meus irmãos existem coisas que só vamos descobrir completamente na eternidade, más temos que assumir que independente se compreendemos o conceito da unidade entre o Pai, Filho e Espírito Santo, uma coisa é certa, sempre tiveram unidos mostrando que sim é possível para todos.

Existe uma citação de John Wesley um tanto quanto intrigante sobre a Tri unidade Divina, observe:

“Diga-me como nesta sala há três velas, más somente uma luz, e eu lhe explicarei a forma da existência divina”.

Glórias a Deus por homens que nos enriquecem em conhecimento!. Em um mundo corrompido (A sala), existe somente uma luz (Pai, Filho e Espírito Santo).

Aprenda a ver isso como sobrenatural, somos chamados a ser a luz de Deus no mundo (Mateus 5.14), não adianta um querer clarear mais que o outro, ou até mesmo uma luz ser rosa e outra verde, temos que iluminar em nossas vidas apenas uma coisa, todos unidos refletindo a glória de Cristo (2 Coríntios 3.18).

 

Pontos importantes a serem observados

Nesta oração em sí existe alguns pontos importantes a ser observado ao qual se faz notório que só a unidade pode proporcionar:

João 17.21 (Parte b): “…para que o mundo creia que tu me enviaste”.

Um corpo sem divisão consegue pregar o evangelho de forma clara. Acho interessante e ao mesmo tempo reprimível o que se ocorre hoje em dia. Uma guerra entre denominações, sejam tradicionais, pentecostais ou neo-pentecostais.

Se vê igreja dividindo paredes (uma ao lado da outra). Nós que somos do Espírito sabemos discernir bem o que ocorre (e olha que as vezes até para nós é difícil). Más, e as pessoas que estão lá fora?, devem pensar: “Más não é um só Deus?”, sim, é um só o Deus que servimos, eu também tenho essa cruel dúvida.

Porque aprendemos a pelejar contra carne e sangue e fugir de Satanás? não era para fazer o oposto?

“Porque não temos que lutar contra carne e sangue, mas, sim, contra os principados, contras potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” (Efésios 6.12).

Nossa luta é contra o acusador que tenta derrubar aqueles que estão de pé ofertando pecados em nossas vidas, visto que nossos pecados fazem divisão entre nós e Deus (Isaías 59.2). Devemos sim ter divisão na nossa vida, divisão com o mundo, contra a prostituição, lascívia e entre outras obras da carne (Gálatas 5.17-21).

Agora, brigar entre nós mesmo?, meu irmão se você foi chamado para apóstolo, amém, se foi chamado para pregador, amém, evangelista, amém, instrutor, amém, sou teu irmão e tenho que olhar acima de tudo para o que nos une, uma só fé!.

Quando entendermos esse conceito iremos realizar a obra que nos foi comissionada por Jesus (Mateus 28.19) com excelência. Sairemos as praças, visitaremos lares e presídios aonde Belzebu tem aprisionado almas sedentas de Deus. Afinal, eu e você seja qual denominação for, prosseguimos para apenas UM alvo e não DIVERSOS alvos:

“… esquecendo-me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Filipenses 3.13-14).

 

Nosso foco é Jesus

Esse é nosso foco, Cristo Jesus, e é Ele que unidos devemos apresentar para toda a humanidade. Imagine quão eficaz foi o sacrifício dELe na cruz do Calvário, agora mesmo sendo tão intrigante observar sua morte, tem pessoas que estão reduzindo isso á quase nada.

Ele morreu para poder levar a salvação para toda humanidade, e não se prender a uma placa de igreja. Ele foi servo até a morte sendo obediente, agora nós não conseguimos ser servos nem dEle quão dirá ao nossos irmãos que juntos estamos em uma peleja única. O “poder da cruz” tem que operar em todos, devemos levar, ressalto, juntos o evangelho.

Para agregar mais conhecimento segue comentários sobre esse versículo que estamos em análise:

“Os crentes, ainda distintos, devem ser um em propósito, em amor, em ação empreendida com todos e uns pelos outros, unidos na submissão à revelação recebida. E mais: Jesus pede a seu Pai que esses discípulos estejam em nós, provavelmente aludindo à linguagem da união’ presente na metáfora da videira (cap. 15).

Eles estão ‘no’ Pai e ‘em’ seu Filho, tão identificados com Deus e dependentes dele para a vida e produção de frutos, que eles próprios se tornam o locus da vida e obra do Pai neles (cf. 14.12; 15.7).

Tudo isso é para que 0 mundo creia que tu me enviaste. Assim como a demonstração de genuíno amor entre os crentes certifica que eles são discípulos de Jesus (13.34,35), assim também essa demonstração de unidade é de tal forma irresistível e não-mundana, que o testemunho deles acerca de quem Jesus é torna-se explicável somente se Jesus, de fato, for o revelador que o Pai enviou.

Embora a unidade visada nesse capítulo não seja institucional, essa frase no fim do versículo 21 propositalmente mostra, sem qualquer dúvida, que a unidade é algo para ser observado.

Ela não se realiza pela busca desenfreada do mínimo denominador comum teológico, e sim pela adesão conjunta ao evangelho apostólico, pelo amor que com alegria se sacrifica, por um compromisso destemido com os objetivos compartilhados da missão que aos seguidores de Jesus foi incumbida, por uma consciente dependência de Deus no que diz respeito à vida e à frutificação.

Trata-se de uma unidade necessariamente presente, pelo menos em essência, entre os crentes genuínos; é uma unidade que deve ser levada à perfeição (v. 23).” (O Comentário de João – D A Carson)

“O nosso Senhor orou de modo especial para que todos os crentes fossem como um corpo sob uma só cabeça, animado por uma única alma, por sua união a Cristo e ao Pai que está nEle, por meio do Espírito Santo que habita neles.

Quanto mais discutirem sobre assuntos de menor importância, mais dúvidas terão a respeito do cristianismo. Proponhamo-nos a manter a unidade do Espírito no vínculo da paz, rogando que todos os crentes se unam mais e mais em um só propósito e critério.

Assim poderíamos convencer o mundo da verdade e da excelência de nossa religião, e encontraríamos uma comunhão mais doce com Deus e com aqueles que são santificados por Ele.” (Comentário Bíblico de Matthew Henry)

João 17.23 : “Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade”

 

A unidade traz a perfeição

A unidade traz a perfeição. O próprio senhor Jesus pregação sobre a perfeição, rogando a cada um de nós que venhamos a ter.

vou pegar um argumento de um tópico já postado aqui no Site (Dois caminhos, porta estreita e porta larga):

“Jesus nesse momento esta pregando o maior sermão que já foi ministrado, o sermão da montanha, nos ensina lições difíceis de serem seguidas, ordens que talvez muitos se não todas as pessoas falham nelas, como por exemplo quando ele diz: “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai, que esta nos céus” (Mateus 5.48), a própria palavra: “perfeito” já diz muito do que estou querendo demonstrar:

Significado perfeito: em que não há defeito.

Será que existe algum de nós que consegue ser perfeito, esse estágio realmente pode ser obtido?, todas as vezes que leio o sermão da montanha me impressiono com as ricas palavras que o Senhor nos deixou!.

Certa feita quando saboreava das poderosas palavras de Philip Yancey no livro: “O Jesus que nunca conheci”, ele escreveu mais ou menos da seguinte forma: “Jesus quando nos dá estas instruções não estava criando um padrão impossível de ser alcançado, mas nos mostrando um homem modelo para sempre buscarmos se aperfeiçoar”.

Sendo assim, quando o Mestre nos diz sobre sermos perfeitos ele estava nos mostrando um “padrão” aonde dia-a-dia devemos buscar nos moldar a isto, com uma analise introspectiva feita por nós mesmo.”

Do mesmo modo que foi ensinado no sermão da montanha como um padrão ao qual devemos conquistar, agora em sua oração sacerdotal Ele ainda nos mostra sobre a riqueza da perfeição. Visando unidos buscar ela.

Existe ainda um versículo ao qual quero trazer para esse estudo, explicando um pouco mais sobre a perfeição:

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimentais qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12.2).

Quando temos uma igreja unida não se preocupando e conformar-se (tomar a forma) desse mundo e sim transformada (transformando o mundo) conseguiremos experimentar qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus, agora, sinceramente, não acho que a vontade de Jesus seja um povo aonde não busque a unidade, acredito que o Espírito Santo não se alegra em ver o seu povo brigando más sim o seu povo pelejando juntos contra as astutas ciladas do diabo.

Temos que ser perfeitos em unidade experimentando toda vontade de Deus. Comece a olhar para aquilo que te impede de crescer como um só ao lado do seu irmão com olhos “apaixonados”.

 

Devemos ser “apaixonados” uns pelos outros

Já parou para observar que quando estamos na euforia do sentimento denominado paixão não conseguimos observar defeitos ou falhar, achamos que aquela pessoa ou aquilo é perfeito, que sempre será assim e nada vai mudar.

É essa maneira de ver nossos irmãos que devemos ter, paixão, enxergar primeiro as qualidades e por último, ou melhor, se possível for não ver os defeitos. Nós como humanos carnais devemos ter precauções pois somos rápidos em julgar e tardios em amar.

E isso pode ser muito mal, pois a Bíblia nos revela que do modo que vemos o mundo provavelmente é como somos por dentro (coração):

“Se, porém, os teus olhos forem maus, o teu corpo será tenebroso. Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão tais trevas!.” (Mateus 6.23).

Vamos começar a observar o mundo com os olhos de Cristo (Romanos 5.8)!. A perfeição é uma jornada aonde não podemos parar.

João 17.24: “Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste, porque tu me hás amado antes da criação do mundo.”

Já destacamos dois pontos interessantes até aqui:

A Unidade desencadeia em anunciar o evangelho com excelência.

A Unidade traz a perfeição.

E agora um último ponto que quero destacar é que a unidade traz a graça de estar com Jesus aonde Ele estiver.

Por mais difícil que seja a jornada temos uma fiel recompensa, de um dia poder ver o Messias face-a-face, poder abraçar Ele e durante uma eternidade de glória render toda a adoração possível. Tenho me pego diversas vezes pensando como será quando o encontramos, e um texto que não sai da minha cabeça quando começo a imaginar é o de Apocalipse:

“E Deus limpará de seus olhos toda lágrima.” (Apocalipse 21.4 parte A)

Não importa se aqui estamos pelejando em buscar a unidade e está sendo uma luta cruel, sei que não sou o único servo do Senhor que se entristece quando ve alguém que é seu irmão na fé te caluniando ou até mesmo ensinando o evangelho de forma errada para outras pessoas que são também irmãos na fé.

O peito dói a alma entristece más mesmo assim quero crer na unidade que consigo ter com ele, e se mesmo assim nessa vida rejeitar, Oxalá que na eternidade esteja comigo adorando ao único Deus.

Filinhos, que possamos retirar todo o rancor da nossa alma e saber que o mesmo céu que você vai habitar seu irmão também vai, então lembrando disso em todo momento, que venhamos desejar o bem para aqueles que nos fazem o mal, orar por eles querendo que sejam sempre unidos. O amar ao próximo é o cumprimento de todo o mandamento (Gálatas 5.14).

Amados, que venhamos orar e buscar aquilo que o próprio Jesus nos ofereceu que é tão necessário, a unidade. Com perseverança buscando acredito que conquistaremos todos o céu de glória.

 

O cumprimento da oração de Jesus na igreja primitiva

Quando observo essa oração ao qual analisamos mais pautada nesse POST percebo que logo no primeiro século ela já surtiu um efeito enorme, criando na igreja primitiva o sentimento que devemos ter entre nós.

Eles entenderam e ainda obedeceram a oração de Jesus, tendo tudo em comum, sabendo ajudar sempre seu irmão. Vejamos alguns textos que nos mostram mais claramente:

“Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar.” (Atos 2.1). Ainda mesmo antes da descida do Espírito Santo sobre eles, aprenderam que a unidade ao qual Cristo rogou devia ser exercida, e oravam neste momento todos reunidos no mesmo lugar.

Quero crer que se porventura um deles começasse ali no  meio deles desanimar em oração, quem sabe querendo desistir de pedir a descida do Espírito Santo, eles não deixavam, más sim exortava (dar animo).

No dia de Pentecostes, os discípulos estavam todos reunidos no mesmo lugar. O melhor texto grego diz: “juntos em um lugar” — homou ao invés de homothymadon. Daí, a força total da última expressão, reunidos, não deve ser ressaltada aqui.

No entanto, tanto a palavra homou (juntos) quanto o contexto sugerem um espírito de unidade. Uma das traduções recentes afirma: “Eles estavam todos harmoniosamente em um lugar” (Berk).

“Todos os que criam estavam unidos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens e os repartiam por todos, segundo a necessidade de cada um. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus, e caindo na graça de todo o povo. E cada dia acrescentava-lhes o Senhor os que iam sendo salvos.” (Atos 2.44-47). 

 

A igreja primitiva era unida

A igreja primitiva aprendeu a adorar a Deus de forma unida, naquela época não tinha “guerra” para ver qual igreja era mais cheia, ou quem atraia mais pessoas para espetáculos artísticos que alguns denominam culto.

Quem acrescentava membros na igreja era o próprio Senhor. A unidade deles chegou a ser de tal importância que sem os apóstolos pedirem ou se quer imaginarem, os cristãos tomaram a iniciativa de vender propriedades e bens e repartir com todos segundo a necessidade que cada um tinha.

Este último parágrafo do capítulo parece, à primeira vista, descrever uma comunidade de bens na Igreja Primitiva em Jerusalém. Mas o texto grego dá uma impressão um pouco diferente daquela resultante da tradução em português.

O tempo imperfeito, que significa uma ação contínua ou repetida, aparece nada menos que oito vezes nestes cinco versículos (43-47). Em 44 e 45, o uso do imperfeito é excessivamente significativo para a exegese correta.

Os crentes “tinham tudo em comum” (tradução literal de 446); ou seja, eles deixavam todas as suas posses à disposição da igreja, para que fossem usadas conforme a necessidade. O versículo 45 pode ser adequadamente parafraseado assim: “E de tempos em tempos eles vendiam as suas posses e os seus bens, e os repartiam entre todos, segundo as necessidades que cada um tinha de tempos em tempos”.

A implicação é a de que, quando surgiam as necessidades especiais, algum crente, ou alguns crentes, vendiam propriedades e tornavam os resultados da venda disponíveis para solucionar a emergência. A mesma coisa ainda acontece hoje entre os cristãos consagrados.

Os primeiros discípulos — a maioria composta por judeus — continuavam a adorar diariamente no templo (46). Isto era natural. Posteriormente, a perseguição aos judeus expulsou-os do Templo, e também das sinagogas. Eles também partiam o pão em casa.

O texto grego também poderia ser traduzido como “de casa em casa”. Não havia edifícios para igrejas no início, e a maioria das reuniões de adoração era conduzida nas casas. Louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo (47) é uma combinação desejada na igreja de todos os tempos e lugares.

O Senhor estava acrescentando diariamente novas pessoas ao número de crentes. Esta era uma igreja em crescimento. A última frase, aqueles que se haviam de salvar, é uma tradução completamente injustificável.

Não existe aqui nenhuma indicação de predeterminação ou predestinação. O texto grego diz claramente: “todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que estavam sendo salvos”. Isto simplesmente afirma que aqueles “que estavam sendo salvos” uniam-se ao crescente grupo de discípulos em Jerusalém.

“E era um o coração e a alma da multidão dos que criam, e ninguém dizia que coisa alguma do que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns.” (Atos 4.32). 

“Não havia, pois, entre eles necessitado algum; porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as, traziam o preço do que fora vendido e o depositavam aos pés dos apóstolos.” (Atos 4.34). Uma descrição mais significativa daqueles primeiros crentes é que em todos eles havia abundante graça. Esta divina graça, presente em quantidade abundante, tornava- os graciosos em atitudes e atos, em palavras e obras.

 

Um exemplo de unidade

Falamos da parceria da posse. Como observamos em 2.44-45, a indicação não é a de que toda propriedade privada de bens fosse abolida — como se faz em algumas comunidades religiosas. Mas a sinceridade da consagração dos primeiros cristãos era tal que se poderia dizer: Não havia, pois, entre eles necessitado algum (34).

Por quê? Porque quando surgisse uma necessidade, alguém venderia algum bem e traria o dinheiro para solucionar a emergência. Isto é o que o texto grego indica, pelo uso do imperfeito aqui, como em 2.44-45.

O lembrete do versículo 34 é, literalmente: “porque todos os que possuíam herdades ou casas, vendendo-as [tempo presente — de tempos em tempos, conforme surgisse a necessidade], traziam o preço do que fora vendido”. Isto não significa que todos vendiam as suas propriedades ao mesmo tempo e colocavam o dinheiro em um cofre comum.

Ao contrário, cada crente conservava a sua propriedade como uma garantia, a ser usada de qualquer modo necessário pela igreja. Esta é a verdadeira administração cristã..

“E muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo pelas mãos dos apóstolos. E estavam todos unanimente no alpendre de Salomão.” (Atos 5.12). 

Imagino eu, quão grande alegria do nosso Senhor ao observar sua igreja crescendo para glória de Deus Pai, não é a toa que essa igreja se via muitos milagres e maravilhas, quando temos um povo que ao invés de se perder com palavras que soam como gangrena, começam a praticar a obra do Espírito Santo como realmente tem que ser feita, Ele se comove e começa a operar tudo aquilo que lhe apraz.

A igreja primitiva foi grande em obras pois tinha um coração aberto á unidade do corpo de Cristo.

 

Versículos diversos sobre unidade

Se por estarmos em Cristo nós temos alguma motivação, alguma exortação de amor, alguma comunhão no Espírito, alguma profunda afeição e compaixão, completem a minha alegria, tendo o mesmo modo de pensar, o mesmo amor, um só espírito e uma só atitude. (Filipenses 2:1-2)

“Façam todo o esforço para conservar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.” (Efésios 4:3)

“até que todos alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da plenitude de Cristo.” (Efésios 4:13)

“Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo, assim também com respeito a Cristo.” (1Coríntios 12:12)

“O Deus que concede perseverança e ânimo dê a vocês um espírito de unidade, segundo Cristo Jesus.” (Romanos 15:5)

“Sejam mutuamente hospitaleiros, sem reclamação.” (1 Pedro 4:9)

“Sejam bondosos e compassivos uns para com os outros, perdoando-se mutuamente, assim como Deus os perdoou em Cristo.” (Efésios 4:32)

“Por isso, exortem-se e edifiquem-se uns aos outros, como de fato vocês estão fazendo.” (1 Tessalonicenses 5:11)

“Sem mais, irmãos, despeço-me de vocês! Procurem aperfeiçoar-se, exortem-se mutuamente, tenham um só pensamento, vivam em paz. E o Deus de amor e paz estará com vocês.” (2 Coríntios 13:11)

“Um novo mandamento dou a vocês: Amem-se uns aos outros. Como eu os amei, vocês devem amar-se uns aos outros.” (João 13:34)

 

Conclusão

A unidade no corpo de Cristo é algo necessários, conseguimos observa com esse estudo que ela pode nos proporcionar diversos resultados amplamente positivos, infelizmente é um cenários contrário que evidenciamos hoje em dia.

Estamos em tempos de crise aonde a igreja tem brigado entre sí, más quando pararmos de olhar para as coisas vãs dessa terra e começar todos juntos buscar a vida eterna por intermédio de Jesus aí veremos um Brasil avidado e um mundo também.

Prodígios e maravilhas ainda acontecem, o mesmo Deus de ontem é o de hoje, então não podemos ver a igreja primitiva e pensar que aconteceu só naquela época, ainda hoje em dia pode sim acontecer, e quero crer que é da vontade de Deus que aconteça, com isso basta juntos nós buscarmos isso segundo o Espírito Santo.

Meus irmãos que venhamos tomar esse estudo por base, muito além do que aprender é também praticar aquilo de Cristo nos ensinou, um certo homem de Deus disse:“A Bíblia é um livro que devemos ler de confronto a nós”.

É exatamente esse pensamento que devemos ter, pegar a palavra de Deus e poder fazer um paralelo com nossa vida, visando sempre o aperfeiçoamento.

Não julgue alguém por ser de uma denominação ou ministérios especifico, creia que você vai para o mesmo céu que aquela pessoa e juntos estamos em uma jornada, conseguir a coroa da salvação.

Minha oração: Pai, que esse servo ao qual está lendo estas palavras ao qual o Senhor me instruiu a escrever possa exercer cada dia mais a unidade, cresça a igreja brasileira e todas juntas para sua glória Pai, nos ensina o caminho da verdade todos os dias. Amém.

 

NOTAS:

Almeira Corrigida e Revisada Fiel.

Comentário Bíblico Beacon ( João á Atos).

O Comentário de João – D A Carson.

Comentário Bíblico de Matthew Heny.

 

4 Comentários

  1. jonas D , silva disse:

    fico feliz com esse estudo muito bom para nossa vida

  2. EDINALDO disse:

    AMÉM! MENSAGEM LINDA. QUE O DEUS DE ISRAEL CONTINUA INSPIRANDO SEUS SERVOS NA INSTRUÇÃO DA PALAVRA COM SABEDORIA E SERIEDADE.

    Pb. EDINALDO MENDES

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